"Qualquer dia querem que o presidente do Grupo Parlamentar do PS ande de Clio quando se desloca em funções oficiais", Francisco Assis, Outubro de 2012.
Como acaba:
"Acho absurdo que deputados do PS se vão misturar com os manifestantes que estão em frente à Assembleia da República, Francisco Assis, Outubro de 2026. (daqui)
UM PILAR DE SOBREVIVÊNCIA
Até à data maligna de 24 de Fevereiro de 2022, quando as tropas do imperialismo russo marcharam sobre a Ucrânia, muito poucos suspeitariam que estavam à beira de descobrir um tesouro musical até aí praticamente oculto para o ocidente. Na verdade - e estamos ainda bem longe de esgotar o filão -, Folknery, DakhaBrakha, Torbán, Dakh Daughters, Joryj Kloc ou Daughters of Donbas foram os responsáveis por esse assombroso entreabrir de portas que, agora, prossegue com as Yagódy, fundadas em Lviv, em 2016, por Zoryana Dybovska, que canta numa fantástica harmonia a quatro vozes com Vasylyna Voloshyn, Tetiana Voitiv, Nadiia Parashchuk (voz e acordeão) e o percussionista Timur Gogitidze: "Não precisámos de partir em expedições para recolher folclore; crescemos no seio dele. Estas são as canções que as nossas avós nos cantavam. São as canções de embalar que nos adormeciam, as melodias que viviam nas nossas reuniões de família. Não estamos a reconstruir uma relíquia perdida — estamos a dar continuidade a uma tradição que nunca desapareceu verdadeiramente", declara Dybovska à "Songlines" (daqui; segue)
Muito, muito bom: "Não fugi do Brasil, eu saí pelo Brasil"!... E, mais modestamente, já é só “líder do Brasil”, e não como, 20 minutos antes se proclamava, “verdadeiro presidente do Brasil”.
Porque "Recordar (aleatoriamente) é viver" (III), este é, seguramente, um dos melhores pretextos para o comprovar: